Impactos econômicos do coronavírus: veja como minimizar os efeitos na sua empresa

Atualizado: Jul 24


Os impactos econômicos do coronavírus afetaram diversos setores da sociedade.


E provavelmente isso inclui a sua empresa.

Então, para entender melhor o cenário atual vamos fazer uma contextualização.


Em seguida, vamos te ajudar a entender como isso impactou, negativa ou positivamente, alguns setores e empresas.


E por fim, além dos impactos econômicos do coronavírus, vamos mostrar como você pode amenizar os efeitos na sua empresa.


Pelo menos 600 mil micros e pequenas empresas fecharam as portas e 9 milhões de funcionários foram demitidos em razão dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. É o que mostra levantamento feito pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às micro e pequenas empresas)(CNN BRASIL, 2020)

CONTEXTUALIZAÇÃO DOS IMPACTOS ECONÔMICOS DO CORONAVÍRUS


Para analisar melhor os impactos econômicos do coronavírus vamos entender o contexto.


O início foi no dia 26 de fevereiro de 2020, quando tivemos em nosso país o primeiro caso confirmado de COVID-19.


Após quase um mês do primeiro caso confirmado, iniciou-se a quarentena.


Ainda no mês de março, alguns indicadores econômicos (nível de produção, taxa de desemprego, etc) já começaram a mostrar o impacto que a quarentena estava causando no mercado, mostrando indícios da recessão econômica.


Ou seja, o ciclo econômico do país entrou em uma fase de encolhimento, mostrando que a produção e o poder de compra estavam caindo, afetando direta e indiretamente a vida de toda população brasileira.


Na paralisação do comércio, dos serviços e da indústria, diversos setores foram afetados. Alguns com a possibilidade de se diversificar para atender as demandas do mercado. Outros, atormentados pelas consequências negativas da quarentena.


IMPACTOS ECONÔMICOS NEGATIVOS DO CORONAVÍRUS


Alguns impactos econômicos do coronavírus foram, por exemplo:

  • Paralisação parcial ou total da mão de obra em alguns setores

  • Comércios locais fechados temporariamente

  • Fechamento de shoppings ou aglomerados de comércio

  • Restaurantes que não puderam mais receber seus clientes e adotaram delivery

  • Algumas escolas e creches que tiveram que fechar temporariamente e ensinar seus alunos à distância

  • Queda no setor industrial.


De acordo com as pesquisas feitas pela FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) em março, as indústrias foram as mais afetadas pela pandemia.


Os principais motivos são:

  • Dificuldade em conseguir matéria prima e insumos

  • Queda na demanda por seus produtos

  • Dificuldade na logística de transporte.


O setor mais afetado seria o de Petróleo por conta da drástica redução na demanda externa.


No início de abril, o Governo Federal anunciou uma medida provisória com ações para diminuir os impactos econômicos negativos gerados pelo coronavírus nas pequenas e médias empresas.


Algumas ações foram:

  • Suspensão temporária do contrato de funcionário por até 2 meses

  • Redução de jornada e salário em 70% por até 3 meses

  • Linha de crédito emergencial para empresas financiarem o pagamento dos salários de funcionários por 2 meses

  • Responsabilização do INSS pelos primeiros 15 dias do afastamento do trabalhador que estiver com o COVID-19

  • Prorrogação de prazo para pagamento de tributos federais

  • Redução de 50% nas contribuições do Sistema S por 3 meses.


IMPACTOS ECONÔMICOS POSITIVOS DO CORONAVÍRUS


Ainda que sejam minoria, alguns setores como supermercados, farmácias, cursos online e delivery tiveram impactos econômicos positivos e estão em alta no período da pandemia.


Por exemplo, no mês de abril, a rede Carrefour anunciou a abertura de 5 mil novas vagas para reforçar todas as suas operações (BBC).


Um serviço que merece destaque e que é uma tendência da pandemia é o delivery.


Segundo levantamento da AppsFlyer – plataforma de monitoramento e mensuração de downloads e uso de aplicativos presente em 98% dos smartphones de todo o mundo – as ferramentas de delivery de comida cresceram 78% em instalações entre os dias 17 de março e 13 de abril no Brasil, mantendo-se estáveis até dia 20 de abril (FORBES).


Outra tendência que deve continuar e fazer parte do “novo normal” é o home office. O site Infojobs registrou aumento de 387% nas vagas para home office na comparação de março com janeiro (BBC).


SAÚDE FINANCEIRA DO SEU NEGÓCIO


Diante de todos esses impactos econômicos do coronavírus, principalmente se o seu negócio foi afetado negativamente, a saúde financeira da sua empresa se torna um problema.


Portanto, em um momento de insegurança, como o que estamos passando, é imprescindível que você tenha uma atenção redobrada no seu controle financeiro.


Um planejamento financeiro, por exemplo, pode amenizar os impactos do COVID-19 no seu negócio.


Ele consegue mostrar através de indicadores qual a situação da empresa, ajuda a controlar as despesas imprevisíveis e auxilia na criação de uma reserva emergencial para situações como a pandemia.


Caso não tenha um planejamento financeiro, o que acha que mudaria se tivesse feito um anterior a crise?


Um planejamento financeiro ajuda a percorrer a crise sem sair do controle!


Agora que você conhece um pouco mais a situação econômica do país e sabe a necessidade de uma estrutura financeira para a sua empresa, aprenda como reduzir os seus custos e despesas e amenizar os impactos da pandemia.


Se você ficou interessado, saiba mais sobre a nossa solução. Ficaremos felizes em te ajudar!


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Texto por:

Patrick Holanda

patrickholanda@id.uff.br


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